quarta-feira, setembro 15, 2010

Como tatuagem



De onzes de setembro faz-se a vida
a fogo e sangue em círculos se inscreve
setenta e três dois mil e um ou num
cinqüenta e cinco anônimo e longínquo
que importa quem relembra quem renega

a dor sabe de cor em quem doeu.

Márcia Maia

Imagem retirada do Google

3 comentários:

Fatyly disse...

"a dor sabe de cor em quem doeu"...um poema bem gritante e gostei muito!

Beijocas e um bom dia

Observador disse...

"A dor sabe de cor a quem doeu".
A frase é bonita e naturalmente bem intencionada.
Falta saber quem foi(ram) o(s) verdadeiro(s) causador(es) dessa dor.

Just a kiss 4U

Paula Raposo disse...

Sem dúvida.