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De onzes de setembro faz-se a vida
a fogo e sangue em círculos se inscreve
setenta e três dois mil e um ou num
cinqüenta e cinco anônimo e longínquo
que importa quem relembra quem renega
a dor sabe de cor em quem doeu.
Márcia Maia
Imagem retirada do Google
3 comentários:
"a dor sabe de cor em quem doeu"...um poema bem gritante e gostei muito!
Beijocas e um bom dia
"A dor sabe de cor a quem doeu".
A frase é bonita e naturalmente bem intencionada.
Falta saber quem foi(ram) o(s) verdadeiro(s) causador(es) dessa dor.
Just a kiss 4U
Sem dúvida.
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