Que me marque
uma vaga branca de espuma
e o mar deixe o verde
odor da maresia.
Que me lembres
os passos na areia
e as conchas me ensinem
o que não sei.
Desejo navegar
e perder-me em cada porto
que não encontro.
Paula Raposo, in"Insubmissa", pág.42
Imagem retirada do Google
2 comentários:
Não podemos navegar à deriva...
Gosto muito da poesia da Paula. E gostei deste poema.
Beijos.
Por vezes sentimo-nos "em portos que não encontramos"! Fantástico!
Beijocas
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